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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Que Deus tenha misericórdia de nós Assembleianos!

TERÇA-FEIRA, 10 DE MAIO DE 2011

O texto abaixo, publicado na versão digital do jornal O Liberal, me foi enviado via email por seu autor, e reflete bem o clima que se instaurou em torno da celebração do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil.

                Centenário paralelo, uma afronta a Belém
Numa abominável afronta a nossa cidadania civil e religiosa, certos pastores do Sul ameaçam vir montar celebração paralela ao Centenário.
que a população e as autoridades de Belém fariam, caso tivéssemos na cidade um Círio paralelo? Se de repente alguns padres do Sul do País arrebanhassem meia dúzia de fiéis e, em plena quadra nazarena, viessem em caravanas à capital paraense organizar outro Círio? Um Círio clandestino e aviltante, que ignorasse as igrejas históricas e ultrajasse as autoridades católicas do Estado do Pará? Algo parecido está sendo cogitado em relação às celebrações do Centenário da Assembleia de Deus...
Leia o texto completo AQUI (O Liberal)


Que tristes palavras. O texto promove o confronto pelo confronto. No que edifica?

- "abominável afronta..."
- "um Círio clandestino e aviltante..."
- "certos pastores do Sul ameaçam vir em junho..."
- "Prometem vir à terra das Assembleias de Deus zombar..."
- "o que esses homens pretendem fazer..."
- "... o poder eclesiástico das Assembleias de Deus estendeu os seus tentáculos..."
- "... esses líderes do sul montaram editoras e formaram impérios."
- "Mas vir afrontar a nossa terra..."
- "Não esqueçam que somos índios pentecostais."

De quem é a culpa por mais esta vergonha nacional, não apenas para as Asssembleias de Deus no Brasil, mas para todos que professam a fé evangélica?

É muito conveniente apontar culpados nesta hora ou se sentir (ou se dizer) vitimado.

Quem são os culpados?

- Os que tomam o lugar de acusadores em vez de reconhecer os seus próprios erros e pecados;
- Os que não conseguem perdoar;
- Os que semeiam contendas;
- Os que fomentam facções;
- Os que estão cegos pelo poder;
- Os que desaprenderam o "lavar os pés";
- Os que não querem andar a segunda milha;
- Os que não largam a capa;
- Os desejosos dos primeiros lugares;
- Os famintos de vingança;
- Os sedentos de notoriedade;
- Os encantados com os holofotes;
- Os embriagados com privilégios;
- Os adoradores de si mesmos;
- Os que vivem o pseudoevangelho de Jesus;
- Os que não medem as consequências dos seus atos e palavras.

Em qual lado eles estão? Com certeza, não estão ao lado de Deus.

"Examine-se, pois, o homem a si mesmo [...]" (1 Co 11.28a)

Que os amados irmãos assembleianos em Belém do Pará (pastores, líderes, membros, congregados etc.), ou em qualquer outra parte do Brasil, não se deixem levar por sentimentos amargos, por qualquer espírito de guerrilha, ou pelos interesses pessoais de quem quer que seja.

É tempo de lamentações e arrependimento.

No amor de Cristo,

domingo, 15 de maio de 2011

Lançamento do CD de Jefferson&Tiago em Amélia Rodrigues BA

Aconteceu ontem, dia 14 de maio deste ano, na Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Amélia Rodrigues estado da Bahia, o esperado Lançamento do CD gospel dos irmãos Jefferson e Tiago na congregação do bairro Itapicuru, que é dirigida pelo Pastor Mário Ferreira da Silva. Os cantores mirins são filhos de Ademário e Mª do Carmo, membros da referida denominação. A mesma faz parte do campo de Amélia Rodrigues que é presidido pelo Pastor Epifânio Lídio de Oliveira o qual esteve presente na direção do evento ao lado do Pastor Carmelito Santana, do Presbítero Alexandro (Duda), e dos presbíteros Jaime e Wilson que servem na citada congregação. A pregação da Palavra de Deus ficou na responsabilidade do Pb. Otoniel Oliveira. Neste evento contamos ainda com a participação de Eduarda, Jilvan, e demais irmãos que também abrilhantaram a festa com o ministério que receberam do Senhor Jesus Cristo.

sábado, 14 de maio de 2011

A opinião do Pr. Ciro Zibordi sobre a PL 122

O PL 122 se justificaria na Uganda, e não no Brasil

                                                  


Uma lei contra a homofobia se justificaria em Uganda, e não no Brasil, pois lá há muita intolerância contra os homossexuais. Mas, naquele país, também há muitos crimes decorrentes da homossexualidade, como a efebofilia, o que alimenta a homofobia e poderá fazer com que os homossexuais sejam condenados à morte. No Brasil, uma lei para punir homofobia não tem fundamento, como demonstrarei.

Para os cristãos que seguem de fato a Bíblia, a homossexualidade, em qualquer país, sempre foi e sempre será uma prática pecaminosa. Não porque eles sejam homófobos (ou homofóbicos), mas porque Deus, na sua Palavra — tanto no Antigo Testamento (Gn 19.4,5; Lv 18.22; 20.13; Dt 23.17; 1 Rs 14.24; 15.12; Is 3.9), como nas páginas neotestamentárias (Rm 1.27; 1 Co 6.9,10; 1 Tm 1.8-10; 2 Pe 2.6; Jd v.7) —, condena explicitamente a relação entre pessoas do mesmo sexo.



Por outro lado, temos aprendido a ser moderados e a responder com mansidão e temor a todos que pedirem a razão da esperança que há em nós (1 Pe 3.15). Não queremos medir forças com o movimento LGBTTTS (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros e Simpatizantes). Nosso Reino não é deste mundo, haja vista obedecermos ao Senhor Jesus (Jo 18.36). À semelhança do nosso Mestre, vemos os pecadores como ovelhas sem pastor (Mt 9.36).



Conquanto respeitemos as pessoas e suas opiniões, não somos obrigados a aceitar como não-pecaminoso aquilo que o nosso Senhor considera abominável em sua Palavra. E, por isso mesmo, os políticos que conhecem os princípios bíblicos travam agora uma batalha no Senado para impedir a aprovação do Projeto de Lei da Câmara, número 122, de 2006 — conhecido como PLC 122/2006 ou simplesmente PL 122. Se o tal se transformar em lei, qualquer opinião sobre a homossexualidade, mesmo que respeitosa, caracterizará crime de homofobia.



Para o movimento LGBTTTS, essa nova lei se justifica em razão de haver muita violência, agressões verbais e humilhações praticadas por heterossexuais contra os homossexuais (homofobia). E essa opinião — que vê o Brasil como se fosse a Uganda, país onde ocorrem de fato muitos atos homofóbicos — tem levado os homossexuais a, erroneamente, considerarem homófoba (ou homofóbica) qualquer pessoa contrária ao homossexualismo.



A pregação contra o homossexualismo é considerada uma ofensa ao movimento LGBTTTS. Mas este precisa saber que a manifestação acintosa e debochada desse movimento em público e em programas de TV agride os valores morais do cristianismo biblicocêntrico, sendo um péssimo exemplo para as crianças e adolescentes, que estão em formação. Mas muitos gays, não satisfeitos em poder ser o que são, livremente, querem “esfregar na cara de todo mundo” a sua condição, com muito orgulho. E, segundo alguns deles, quem não é gay está por fora, como declarou recentemente o astro Rick Martin à revistaVeja.



Nunca foi tão difícil educar os filhos de acordo com os valores cristãos. Os pais precisam estar muito atentos, pois o bombardeio na mídia contra a família é muito grande. Já há livros, nas bibliotecas das escolas públicas e particulares, nos quais há incentivo aberto, mediante ilustração, à homossexualidade. E o governo ainda quer distribuir um kit que não apenas combate a homofobia, mas induz à prática homossexual?! As crianças não podem ser manipuladas dessa forma.



Pouca gente fala da efebofilia (abuso sexual perpetrado contra adolescentes). O termo, não muito usual — gr.éphébos, “adolescente”; e gr. phílos, “amigo” —, designa a compulsão por relações sexuais com adolescentes. E esse tipo de abuso tem sido cometido principalmente por homossexuais que gostam de “carne nova”. Na Uganda, por exemplo, já há até um projeto de lei específico para coibir esse tipo de crime. O problema é que lá até mesmo a homossexualidade poderá ser punida com pena de morte, o que é um exagero. É como se fosse um PL 122 às avessas.



Mas, das três mil ocorrências de abuso de padres contra menores, 90% delas foram praticadas contra adolescentes, e 10% contra crianças. Esses dados são do Vaticano, que tem atribuído o gravíssimo desvio dos sacerdotes à prática homossexual, e não ao celibato. Isso porque a efebofilia pode envolver, de certa forma, atração recíproca, sentimentos, diferentemente da pedofilia, em que a criança, completamente inocente, é iludida, enganada ou forçada.



É evidente que há pessoas não homossexuais que abusam de menores. Nesses últimos dias, inclusive, tem aumentado até os casos de pastores — falsos obreiros, é claro — que abusam de filhas adolescentes dos membros das suas igrejas. Mas não há como negar que boa parte desses atos efebófilos está atrelado à homossexualidade.



Voltando ao PL 122, concordo plenamente que haja punição exemplar para heterossexuais que pratiquem homofobia, visto que esta envolve ódio, violência, discriminação. Mas pergunto: Será que, ao privilegiar o movimento LGBTTTS, considerando a prática da homossexualidade tão normal quanto a heterossexualidade, a ponto de criminalizar a livre manifestação da opinião, não haverá incentivo tácito aos crimes (e pecados) cometidos por homossexuais, como a efebofilia?



Finalmente, a pretensa fundamentação para o reconhecimento de tal lei estaria no artigo 5º da Constituição Federal: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiras e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e a propriedade”. Mas, se há liberdade para as pessoas LGBTTTS se expressarem, também deve haver essa liberdade para os evangélicos.



Por que uns não podem se expressar amplamente, emitindo a sua opinião sobre qualquer tipo de assunto, enquanto outros podem? Por que não estão previstos no PL 122 os crimes da heterofobia e da evangelicofobia? A melhor coisa a fazer, num país pacífico como o nosso (em comparação a outros, como a Uganda, por exemplo), é arquivar esse projeto de lei e punir exemplarmente os casos de homofobia comprovada.



Respeitosamente,


Ciro Sanches Zibordi

Kit Gay nas escolas gera polêmica: Material didático mostra história de lésbicas e adolescente que virou travesti

Kit Gay nas escolas gera polêmica: Material didático mostra história de lésbicas e adolescente que virou travesti

Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade
Do Correio Braziliense
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Campanha da ATEA

"Impressionante o que diz este ateu confesso sobre a campanha da ATEA. Vocês ja ouviram falar sobre ela?" Transcrevo este post de Rodrigo Waick para vocês tentarem entender a bizarrice das idéias.



Se vocês não vivem em Marte, já devem ter ouvido falar que uma tal de ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos – não me perguntem como eles chegaram na sigla) planejava fazer uma campanha publicitária para combater o preconceito a ateus. Pros que vivem em Marte, a campanha é baseada em uma semelhante que aconteceu em Londres, com a participação do Dawkins e tudo:






Em seu site, a ATEA diz que o objetivo da campanha não é fazer uma “desconverssão em massa”, mas sim diminuir o preconceito contra ateus, o que é uma ótima idéia. Mesmo assim, ninguém precisa ser publicitário pra perceber que as peças que eles pretendiam veicular não só são de um mau gosto terrível, mas também não têm nada a ver com o objetivo proposto.
Sério, olhem as peças. Olhem. A do World Trade Center deixa implícito que a religião islâmica como um todo (e não só alguns malucos) são responsáveis pelos atentados de 11 de setembro. Basicamente, o que a peça diz é que a crença de mais de um bilhão de pessoas é reponsável pelos atentados terroristas, e não só uns poucos desajustados. É inacreditável que uma organização que queira combater o preconceito queira veicular uma peça assim.

A peça do canto inferior esquerdo, com os dizeres “A fé não dá respostas. Só impede perguntas” é um ataque direto às religiões. É uma mensagem que em nenhum momento tenta combater o preconceito. Ao invés disso, faz exatamente o que a ATEA disse que não queria fazer: desconverter as pessoas. Concordar ou não com o argumento proposto é irrelevante: essa peça prega exatamente o oposto da tolerância.

É vergonhoso que uma associação que luta contra o preconceito religioso tente fazer uma campanha atacando religiões. Eu sei que provavelmente a intenção deles foi boa, mas é difícil acreditar que, em determinado momento, alguém achou que vincular a religião ao Hitler era uma boa idéia para que os religiosos passassem a respeitar os ateus. Em um escritório, participantes de uma reunião concluíram que comparar a religião a uma prisão daria uma excelente peça contra o preconceito religioso.

Por mais que eu tenha nojo dessa censura que não deixou as peças serem veiculadas, eu não consigo evitar sentir um pouco de alívio por essa campanha não ter ido pras ruas. Qualquer indivíduo com meio cérebro pode perceber que o resultado direto disso seria um aumento do preconceito contra ateus. Profissionalmente, essa campanha é fruto de uma incompetência quase sem precedentes. Pessoalmente, eu sinto vergonha pelo fato de uma associação que supostamente me representa tentar fazer uma campanha dessa maneira. É uma pena que uma idéia tão boa e necessária tenha terminado assim.

Postado por Rodrigo Waick

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Terrorismo Religioso em Colégio no Rio de Janeiro?

Queridos amigos internautas, a Paz do Senhor Jesus Cristo seja com todos!

A violência perpetrada contra adolescentes no Colégio Tasso da Silveira em Realengo no estado do Rio de Janeiro, tem trazido a lume uma discussão seríssima e temerária sobre a identidade religiosa do atirador. Seria muçulmano, evangélico ou ligado a alguma seita pseudo cristã? O fato é que sendo de qualquer segmento religioso, ele não poderia levar sobre os seus atos, pelo menos no que se refere ao respeito às religiões instituídas protegidas por nossa lei, nenhuma suspeita.
Seríssima, porque face aos direitos garantidos pelas leis brasileiras, de respeito à diversidade cultural e religiosa, muitas pessoas ficaram ofendidas com as suspeitas religiosas atribuídas ao psicopata cobrando dos seus emissores uma retratação, ou reparação. 
Temerária, porque muitas vozes perdem o senso de justiça em seus apressados comentários, quando levantam uma bandeira anti-qualquer-coisa, que não sejam as suas opiniões.
O que bem podemos dizer, é que trata de uma pessoa doente e possessa de demônios, que o faz cometer uma atrocidade sem tamanho em nosso país. Que Deus tenha misericórdia das famílias enlutadas.

terça-feira, 1 de março de 2011

Lições Bíblicas Trimestre 06/03 de 2011


O EVANGELHO PROPAGA-SE ENTRE OS GENTIOS
Texto Áureo
E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que o dom do Espírito Santo se derramasse entre os gentios. (At. 10:45)



Depois do pecado dos nossos pais, no Éden, desencadearia aí uma distinção entre os que iriam servir a Deus e os que seguirão suas próprias leis. Haja vista, o pecado contaminara toda a humanidade fazendo dois irmãos se relacionar de modo trágico diante das ofertas oferecidas ao Senhor; Caim matou Abel por inveja. Não concordara com Deus, que aceitou a oferta do seu irmão e rejeitara a sua. Por causa disso o matou. Depois da morte de Abel, houve um crescimento e uma prosperidade  sobre os descendentes de Caim, fazendo-os auto suficientes, ególatras e principalmente, inimigos de Deus. Foi neste contexto de aparente sucesso, ( quem inventou instrumentos musicais e armas entre outras coisas, foram os filhos de Caim),  que nasceram os que invocaram a Deus e os que adoravam-se a si mesmos. 


Dos filhos de Deus sucedendo Abel, nasceu Sete. Da linhagem santa do sucessor Sete, da qual vem o nosso Cristo, nasce Enos e neste tempo ele levanta a invocação ao Senhor, e isto está como diferencial entre os dois  povos.  Os que escolheriam servir a Deus, e os que serviriam a si próprios em atitude de rebelião ao Criador. São filhos do diabo por escolha pessoal.


 Deus permitiu e ainda permite que seus filhos escolham a quem servir.  Depois de tudo isso, veio Noé, e em seu tempo, o pecado excedera o limite de tolerância do Deus, que expandiu o tempo aos antidiluvianos de se arrependerem de seus pecados em 120 anos de espera. Veio o dilúvio e um um novo começo. 

Apesar da família do santo patriarca se constituir de 8 pessoas; entre estas oito, encontrava-se no gene humano dos seus herdeiros, a herança maldita. Os homens que trouxessem esta revolta, este modo de pensar anti Deus, por mais que lhes fossem revelados o Caminho, que o Senhor use de misericórdia, que os ame, os rebeldes  não se humilhariam diante do Seu Pai, reconhecendo os seus vários pecados. 

Da família de Noé, nasceria o terrível Ninrode, que deu início à torre de Babel mas não teve êxito em seu projeto anti-Deus, porque o Senhor não permitiu este ultraje à Sua pessoa. Deus fizera de tudo para puní-los e mostrá-los que Ele tinha poder para tal, sempre dando oportunidade a humanidade.  A despeito disso, o homem se porta de maneira contrária à vontade do Senhor. Sempre o ignorando;  jamais o homem deixaria de pecar e de se aprofundar nesse lodaçal. 

Deus não faz acepção de pessoas, porém, olha com ternura para aqueles que se entregam quebrantados como Davi, que pecou, mas, pôde receber o perdão de Deus e a sua vida restaurada em um tempo de lei inflexível.

 Em todas as épocas e dispensações, Deus provou a sua benignidade tolerando os transgressores. Contudo, devemos entender que Deus não contende para sempre com o homem e a sua justiça é executada quando Ele esgota todos os meios de salvar a sua criatura de um fim funesto.

Os judeus sentiam-se espiritualmente acima dos demais (goyim, heb.) povos,  ("gentios,"que eram considerados como porcos), porque os julgavam pela suas Leis, a Torah, o Talmude, etecétera. As leis civis, as leis dietéticas, as leis morais e litúrgicas, eram ignoradas e mal compreendidas pelos gentios que adoravam qualquer deus, restando à eles o repúdio da nação que em Abraão Deus elegera para que fossem  reino sacerdotal. Somente Jesus Cristo poderia derrubar a parede de separação entre judeus e gentios. 

Ele falou através do profeta Isaías que seria achado por quem não o estava procurando. Em toda a Bíblia, vemos a compaixão de Deus para com os gentios. Deus jamais os excluiu, quem os tratavam assim eram os judeus que se relacionavam de modo discriminatório e não poucas vezes ofensivamente. A parede está quebrada e o sangue de Jesus é vitória de todos os judeus e gentios que o aceitaram.




segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Noiva de Cristo ou Noiva de Chucky?




Como está desfigurada a noiva do cordeiro! Como estão acabando com sua beleza! E o pior, estão fazendo tudo isso para “prepará-la” para o “noivo”. A noiva de Cristo está se transformando na noiva de Chucky, aquela coisa horrenda, com o rosto todo remendado, que foi criada para fazer companhia ao “boneco assassino”.



Quando paro para navegar na internet, para ler algumas notícias cristãs ou simplesmente passo os olhos sobre os livros expostos nas pobres e venenosas livrarias “cristãs” que se proliferam por aí, fico realmente assustado com todo o que vejo. O cenário é pavoroso! É pior do que filme de terror. Nos filmes, pelo menos, você sabe que a coisa é criada para assustar...


Recentemente deparei-me com duas comunidades de “arrepiar” no ORKUT, um centro de comunidades virtuais, uma espécie de “feira livre virtual”, onde são oferecidos produtos (comunidades) para todos os gostos. Pois bem, as comunidades que me deixaram atônitos tinham os seguintes títulos: “penteando a noiva” e “afogando a noiva”.


Não sei o que falar sobre isso, só que a coisa passou do limite do bom senso. Há um monstro que se denomina a noiva de Cristo, que precisa ser “penteada” pelos “adoradores extravagantes”, e afogada por aqueles que querem níveis mais profundos de intimidade.


Querem proliferar a praga que a cada dia faz mais estragos no nosso meio. O argumento é sempre o mesmo... Multiplicação... Números... “minha igreja pulou de 60 para 400 discípulos” é o que me disse um dos fiéis do “paipóstolo”.


A mania também é o tal gadita. Como se não bastassem os “levitas” voltarem, os “gaditas” também estão voltando... Daqui a pouco veremos os efraimitas, rubenitas, simeonitas, etc. Sinceramente, a tribo com que essa turma mais se parece, ninguém assume: a tribo de Dã. Isso mesmo: Dãããã... Seria a tribo símbolo da esquizofrenia maluca dessa gente.


As bênçãos foram trocadas: a benção aarônica “O Senhor sobre ti levante o rosto e te dê paz” foi transformada em “O Senhor sobre ti levante o rosto e te dê vitória e conquista”. Não que eu seja contra a confiança cristã e a certeza de que somos mais que vencedores, de modo algum. Mas estão pervertendo a Palavra para darem vazão aos seus desejos insanos de poder, número e fama. A noiva está virando um monstro, um monstro assustador!


Ainda existem outras insanidades se espalhando por aí... movimentos absurdos... o “shu profético”, ou simplesmente “shuuuuu”, os “homens bombas de Cristo”, os “nazireus” (que também voltaram) , os “profetas da dança”, mas meu corpo não esá aguentando... Eu passo mal quando penso muito nessas coisas.


E com quem você prefere caminhar? Com os verdadeiros apóstolos e a Palavra de Deus, fiel e verdadeira, ou com a caricatura monstruosa de cristianismo criada pelos falsos líderes? Eu me recuso a fazer parte dessa monstruosidade que estão chamando de a “noiva desesperada”, a “noiva despenteada”, a “noiva afogada”. Estou fora disso! Não quero nenhum compromisso com essa gente estranha.


Só quero fazer parte dessa coisa bonita que Cristo deu sua vida por ela: a Igreja, simples, bela, com defeitos sim, mas sem esquisitices, amando o noivo, querendo a sua volta, não por desespero, mas por amor.


Faço parte da noiva de Cristo... Quero distância da noiva de Chucky!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Responda-me, por favor!

Por que palavras como “paixão”, “fogo”, “glória”, “poder” e “unção” vendem muito mais CD’s do que “graça”, “misericórdia” e “perdão”?

Por que aqueles que mais falam sobre “prosperidade” evitam sistematicamente textos como Tg 2.5, 1Tm 6.8 e Hc 3.17-18?

Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como “ajudar os domésticos na fé” e “não amar somente de palavra e de língua, mas de fato e de verdade”? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?

Por que em At 4, quando os apóstolos foram presos, a Igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra “amarrar o espírito de perseguição”, pra “repreender a potestade de Roma”, ou coisa semelhante?

Por que At 2.4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que At 2.42?

Por que todo mundo sabe Jo 3.16 de cor, mas tão pouca gente sabe 1Jo 3.16?

Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular, quando a proporção nos salmos é muito menor?

Por que todo mundo aceita que Jesus curou e colheu espigas no sábado, aceita também que Deus ordenou que seu povo matasse vários povos rivais, mas se escandaliza absurdamente quando alguém diz que Raabe fez certo ao mentir para preservar duas vidas? O que vale mais em situação de conflito: que um soldado pagão saiba a verdade ou a vida de dois homens? Será que se Raabe tivesse dito a verdade, teria sido elogiada em Hb 11?

Por que quase tudo que se vende numa livraria cristã foi produzido nos últimos 50 anos, se nosso legado é de 2.000 anos de História do Cristianismo? O que aconteceu com os outros 19 séculos e meio?

Por que tanta gente que acredita que a salvação é pela graça, ou seja, não é obtida sendo “bonzinho”, paradoxalmente acredita que ela pode ser perdida sendo mau? Pode algo ganho sem mérito ser perdido por demérito?

Por que a Igreja é muito mais rigorosa com pecados sexuais como adultério e homossexualismo do que com a gula ou a ganância? Aliás, por que em tantas igrejas a ganância nem é vista como pecado, mas como virtude, disfarçada com o nome de “prosperidade”?

Por que, mesmo o Cristianismo crendo que o homem foi nomeado por Deus como o responsável pela criação, e que tudo que Deus criou é bom, são os esotéricos os que mais lutam pela defesa do meio-ambiente?

Por que, na maioria dos grupos de louvor no Brasil, não há espaço pra quem toca instrumentos brasileiros como o cavaquinho e o berimbau?

Por que todos os ritmos de origem na raça negra até hoje são considerados por alguns como diabólicos?

Por que alguém como Lair Ribeiro faria mais sucesso como pregador hoje do que, digamos, Francisco de Assis? Por que nossas mensagens mudaram tanto seu teor evangelístico?

Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como “rios de unção” e “chuvas de avivamento”, ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?

Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é “espírito ruim” das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os “espíritos ruins” já foram “amarrados” uma vez, por que todo ano eles precisam ser “amarrados” de novo?

Por que se canta todos os dias “Hoje o meu milagre vai chegar”? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de “hoje”?

Por que Jó não cantou “restitui, eu quero de volta o que é meu”, nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de “campanha de libertação” quando perdeu tudo?

Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, “doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim, por favor”? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?

Por que as rádios evangélicas tocam tanta coisa produzida por gravadoras ricas e nada produzido por artistas independentes?

Por que se faz apelo ao fim de uma “pregação” que não fez qualquer menção ao sangue, à cruz, ao arrependimento, ou sequer ao pecado? A fé não é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus?

Por que se enfatiza tanto a ordem bíblica para pregar a Palavra e se negligencia tanto as ordens para fazer justiça social e alimentar os famintos? Quantas vezes cada uma delas aparece na Bíblia?

Por que Dt 28.13 (“o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda”) é tão citado, ao passo que 1Co 4.11-13 (“somos considerados como o lixo do mundo”) ninguém gosta de citar?

Por que quem pensa diferente de nós é sempre “inflexível”, “fariseu” ou “duro de coração” (quando não chamamos de coisa pior)?

(Texto adaptado)

Um Pastor Inovador

O conteúdo abaixo foi-me enviado por e-mail de um amigo. Achei tão verdadeiro o teor da oração que resolvi postar. Aprecie sem moderação.


"Pai celeste, nós estamos diante de Ti hoje para pedir Teu perdão e para buscar Tua direção e liderança.
Nós sabemos que Tua palavra diz: 'Cuidado com aqueles que chamam o mal de bem, mas isto é exatamente o que temos feito'.Nós perdemos nosso equilíbrio espiritual e revertemos nossos valores.
Nós exploramos os pobres e chamamos isso de loteria.
Nós recompensamos preguiça e chamamos isso de bem-estar.
Nós cometemos aborto e chamamos isso de escolha.
Nós matamos os que são a favor do aborto e chamamos de justificável.
Nós negligenciamos a disciplina de nossos filhos e chamamos isso de construção de auto-estima.
Nós abusamos do poder e chamamos isso de política.
Nós invejamos as coisas dos outros e chamamos isso de ambição.
Nós poluímos o ar com coisas profanas e pornografia e chamamos isso de liberdade de expressão.
Nós ridicularizamos os valores dos nossos antepassados e chamamos isso de iluminismo.
Sonda-nos, oh, Deus, e conhece os nossos corações hoje; nos limpa de todo pecado e nos liberta. Amém!"

segunda-feira, 23 de agosto de 2010


O Viajante
texto de Joelmir Beting

Se beber não dirija. Nem governe.
Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil...
Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.
Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos 984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.
Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto.
Governar ou despachar, nem pensar.
A ordem é circular. A qualquer pretexto.
E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.
Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, que dirá para trabalhar.'
SEM CONTAR AS DESPESAS:
FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.
LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS IDENTIFICADAS PELA IMPRENSA
E o povão ainda aplaude e vota!

TODOS PRECISAM SABER. VAMOS REPASSAR