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sábado, 14 de julho de 2012

Desgraçados Erros Bíblicos



DESGRAÇADOS ERROS BÍBLICOS!




Autor: Maurício Zágari

Já fui vítima de alguns desgraçados erros médicos, que me fizeram pensar muito sobre desgraçados erros bíblicos. Vou contar apenas duas histórias para depois chegar ao ponto. Anos atrás comecei a sentir uma dor forte na sola do pé, que mal me permitia andar. Fui a um centro de reumatologia e ortopedia, daqueles de plano de saúde, onde você tem de ser atendido em dez minutos para que se possa atender muita gente e os donos da empresa faturarem muito. Peguei minha senha, sentei na filinha e esperei minha vez. Depois de muito tempo, me chamaram e entrei no consultório. A médica, sem sair de trás da mesa, perguntou o que eu estava sentindo e descrevi o problema. Sem nem ao menos me examinar ou mandar eu tirar o sapato, ela decretou de sua cadeira: “É fascite plantar, você precisa pôr o pé em água gelada e fazer fisioterapia”. Ela é a médica, eu sou um leigo, logo obedeci caninamente o que ela disse: passei a pôr o pé todo dia em água gelada e a fazer a fisioterapia. Mas a dor não cedia. Pelo contrário: piorava. E piorava. E piorava. Chegou a um ponto em que, não aguentando mais, paguei uma consulta cara com um médico maravilhoso. Ele gastou tempo comigo. Mandou tirar o sapato e a meia, mexeu, apertou, fez diversas perguntas e diagnosticou: eu não tinha fascite plantar coisa alguma, tinha um músculo contraturado. O tratamento: pôr o pé em água quente, a água gelada fazia o músculo se contrair mais e a dor piorar. Com um dia pondo o pé no calor a dor desapareceu.

Ou seja: uma médica inconsequente, despreparada, que não fez o seu dever de casa, não só não resolveu meu problema como ajudou a piorá-lo. E ela tinha todo o aspecto de uma pessoa muito bem capacitada, vestia jaleco e roupa branca, ocupava um consultório numa clínica aparentemente muito bem estruturada. Tinha toda a aparência de deter o conhecimento que me auxiliaria, que me mostraria o caminho. Mas piorou a minha vida. Piorou a minha saúde. Cometeu um erro médico sério, que poderia ter causado lesões piores.

O segundo erro que relato foi ainda pior. Pois foi o erro de 4 médicos, todos com aparência de ter todo o conhecimento, alguns famosos, com nome na praça. Uma baixa de imunidade causada por estresse me fez ter candidíase na virilha. Trata-se de um fungo que todos nós temos mas que, quando as defesas do corpo baixam, isso permite que o fungo ataque seu organismo. Com muita coceira e inchaço, procurei um médico. Ele olhou e me receitou uma pomada que “me deixaria bom em 5 dias”. Apliquei pelo tempo prescrito mas o local continuava inchado. Erro médico número 1.

Como eu viajaria para passar uma semana numa conferência teológica numa cidade pequena e sem muita estrutura, resolvi procurar uma dermatologista, para não ter surpresas desagradáveis durante a viagem.

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Ela olhou e disse que realmente a doença ainda não havia cedido completamente. “O outro médico não te receitou nenhum antifúngico oral?”, perguntou em tom condenatório. Eu disse que não. Ela então me receitou um comprimido em dose única e mais um antifúngico de aplicação local, que chamarei de X, para aplicar por 14 dias. Foi o que fiz. Erro médico número 2.

Toda vez que aplicava o remédio X sentia o local arder. O 14o dia coincidiu com meu primeiro dia na Conferência, uma 2a feira. No dia seguinte, quando bati os olhos no local da doença fiquei apavorado: estava cheio de bolhas, inchaço, feridas em carne viva e sangrando. Tremi. Descobri junto ao plano de saúde o único hospital da cidade onde havia atendimento de emergência. Corri para lá e fui socorrido por um clínico geral. Contei a história toda. Ele examinou o local e disse que poderia ser herpes. Falou com uma tranquilidade assombrosa que eu poderia ter HIV. Mandou passar somente uma pomada no local “até melhorar”, pomada que na verdade é um coquetel de antibióticos e antifúngicos. Erro médico número 3.

Voltei na 6a feira ao Rio e já sábado de manhã procurei um especialista, pois em 5 dias não havia aparência de melhora. Novamente contei a história toda. Ele olhou o local e disse que achava que era herpes. Mandou tomar aciclovir e continuar passando a mesma pomada. Erro médico número 4.

Quando chegou na 5a feira seguinte, sem nenhum sinal de melhora, já cansado emocionalmente e cheio de dores, decidi procurar mais um médico. E graças a Deus que o fiz. Contei a via-crúcis inteira, ele examinou o local e disse: “A médica te passou o remédio X? Ela está louca? Ele é usado para micose de unhas! Isso parece ser uma queimadura causada pelo remédio”. Eu perguntei sobre a herpes. “Nenhum desses médicos a que você foi pediu um exame de sangue? Não temos que especular, existe um exame para isso, vamos fazer”. Depois me pediu para ver a pomada que estava passando. “Essa pomada é uma mistureba que não resolve nada, por isso o local está infeccionado, você tem que passar a pomada Y”, e me deu a receita. Saí do consultório, fiz o exame de sangue e passei a usar a pomada Y.

Resultado: no dia seguinte a dor sumiu e as feridas começaram a cicatrizar. O exame de herpes? Deu negativo. Não, eu não tinha herpes. Nem HIV. Tinha feridas provocadas primeiro porque um médico não soube me tratar, o que me levou a uma médica que me passou um remédio errado e piorou o meu problema gerando queimaduras químicas na pele, que um terceiro médico não soube diagnosticar e me receitou uma pomada que não resolveu nada e por um quarto médico que, tendo recursos para fechar um diagnóstico, só especulou, me apavorou e não ajudou em nada. Desgraçados erros médicos.

Quando finalmente encontrei alguém que sabia o que fazer, fiquei bom.

Essas duas histórias mostram o estrago que aparentes especialistas que na verdade são completamente mal-preparados são capazes de fazer com uma pessoa.

O mesmo acontece em nossa vida espiritual.

Muitas vezes, tomamos como referências pastores, pregadores, teólogos e até mesmo blogueiros que têm toda a aparência de conhecer Deus, a Bíblia, a Verdade, a sã doutrina. Nos apaixonamos por eles. Os seguimos cegamente. Cada receita que eles nos passam nós cumprimos. Afinal, somos leigos e eles, os detentores do conhecimento, os ungidos, os que sabem apontar o caminho. Falam bonito. Citam poetas. Escrevem coisas lindas em seus blogs e twitters. Gravam vídeos atraentes e bem produzidos no Youtube. São charmosos. Muitos não usam “aquela ultrapassada toga sacerdotal” nem terno e gravata, são in, falam a linguagem de nossos dias. Uns até falam palavrão. Outros citam Vinícius de Morais, Cecília Meirelles e Clarice Lispector.

Há também o que nos conquistam porque falam como machos. Gritam. Poem o dedo na cara dos pecadores. E daí se seus programas de TV só servem para vender produtos de suas empresas e se defender das acusações dos blogueiros pensantes? 
São nossos porta-vozes. Dizem aos gays o que gostaríamos de dizer. Esbravejam. Batem na mesa. Chamam outros cristãos de “trouxas”, “bundões” e adjetivos similares que demonstram como estão cheios de “poder de Deus” ou da “graça de Deus”. Os amamos.

Mas o que não percebemos é que muitos deles cometem desgraçados erros bíblicos. E, assim como os erros médicos que fizeram comigo e que tinham a aparência de solução mas só me prejudicaram, esses formadores de opinião arrastam multidões para longe de Deus. Pregam doutrinas de demônios. Receitam práticas, crenças e conceitos “bíblicos” que vão causar bolhas e feridas sanguinolentas em sua alma, meu irmão, minha irmã, e vão deixar sua alma em carne viva. Por isso, é essencial sabermos identificar esses homens.

Se algum pregador que você admira diz que é possível ser salvo por caminhos que não Jesus de Nazaré, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira diz que Deus abriu mão de sua soberania e não age nas tragédias do mundo, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira diz que Deus não controla as forças da natureza e que essa ideia é só influência de ensinos gregos, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira diz que se você der 900 reais ao ministério dele receberá unção financeira, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira traz representantes da Teologia da Prosperidade do exterior para dizer a você em seu programa de TV que você deve dar-lhe dinheiro como forma de semeadura, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira usa palavras torpes – como falar palavrão em púlpito, ofender outros pastores chamando-os de “bundões” ou afirmar que quem oferta para a obra de Deus por amor e não querendo receber dinheiro de volta é “trouxa” – ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira fala sobre graça mas é agressivo ao mencionar outros pregadores, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira manda você “tomar posse da bênção” ou “decretar/declarar a vitória”, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira realiza exorcismos na TV em que o suposto demônio diz que líderes de outras igrejas são guiados por Satanás, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira diz que é a favor do aborto, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira pede dinheiro e com isso compra fazendas ou jatinhos particulares com os recursos sagrados que os fieis dão à igreja, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira diz que é possível viver a fé cristã fora de uma comunidade, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira diz que não tem problema algum ir a shows de artistas do naipe de Ozzy Osbourne, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira diz que irmãos na fé são malditos porque creem em doutrinas em que ele não crê, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira diz que a Bíblia é apenas um conjunto de mitos que revelam uma verdade maior, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira ama mais o dinheiro do que pessoas, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira é visivelmente vaidoso ou arrogante, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira participa de campanha política, ele está te prescrevendo veneno.

Se algum pregador que você admira trai seu chamado sacerdotal e se candidata a um cargo político, ele está te prescrevendo veneno.

E se algum pregador que você admira não admite ser criticado…ele é o veneno.

Desgraçados erros bíblicos. Desgraçados não por ofensa, meu irmão, minha irmã, mas simplesmente porque estão totalmente fora da graça de Deus. E fora da graça de Deus não há salvação.

Deus tenha misericórdia de sua Igreja.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Significados das Roupas dos Judeus


A FARSA QUE ESTÁ POR TRÁS DA PROGRAMAÇÃO NEUROLINGÜÍSTICA [ou Ciência do Sucesso]


Poucos dos crentes que abraçam a Teologia da Prosperidade sabem que a ideologia desta remonta a um homem chamado Essek Willian Kenyon (1867-1948).
Essek Willian Kenyon



A conversão de Kenyon ocorreu em sua adolescência. Posteriormente ele se envolveu com movimentos metafísicos e recebeu forte influência de Mary Baker Eddy, fundadora da herética Ciência Cristã. [1]
Kenyon é o pai de uma expressão que se desdobrou com o tempo. É dele a frase “o que eu confesso, eu possuo”. É o embrião da Confissão Positiva.
Como sempre existe alguém disposto a levar adiante uma distorção feita por um falso mestre, coube a Kenneth Hagin divulgar o pensamento de Kenyon.




















Por LUIZ CARLOS APARÍCIO




O sucesso não ocorre por acaso. O que é sucesso? O que é felicidade? O que é sorte? Por que algumas pessoas fazem sucesso na vida e outras não? Como alcançar o sucesso? Qual o segredo das pessoas bem-sucedidas? São perguntas como essa que a Programação Neurolingüistica – PNL, também conhecida como Ciência do Sucesso, tenta responder; seduzindo milhares de pessoas em todo o mundo, inclusive os cristãos evangélicos.

Segundo esse movimento, as técnicas ensinadas em seus cursos possibilita o aluno a aumentar sua capacidade cerebral e alcançar que realmente deseja na vida, ou seja, o sucesso. Dizem os seus mentores: “A vida que você leva foi criada por você, então é sempre possível transformá-la para melhor”, “O sucesso está em suas mãos”, “Há uma força especial dentro de você”, “Aprenda a usá-la em seu benefício”, “Ouse fazer e o poder lhe será dado”. E completam: “Você pode mudar sua vida. É simples, mas não é fácil, depende apenas de você”. 

Entre todos os ensinamentos da Programação Neurolingüistica destacamos algo que nos parece central na discussão do tema. Segundo esse movimento, a palavra CRISE, em chinês, tem dois significados: “perigo” e “oportunidade”. É você quem escolhe qual significado adotará. Exemplificam: “Quando você ouvir falar em crise, pense em tirar o S da palavra. Você terá a poderosa palavra CRIE, do verbo criar, ser criador. Ou coloque um traço vertical sobre o S, e logo você tem um cifrão Cri$e, traduzindo: “Crie dinheiro”, “prosperidade”, “sucesso”, enfim...”

Com esta base de ensino, a Programação Neurolingüistica tem-se destacado como o grande diferencial nos treinamentos de auto-ajuda oferecidos nas escolas, acampamentos, universidades e em empresas.

Temas de impacto, mas, em princípio, inofensivos, como: “melhore a sua memória”, “auto-estima”, “motivação”, “qualidade”, “competitividade”, “leitura dinâmica”, “trabalho em equipe”, “superação”, “sensibilização”, “desenvolvimento de empreendedores”, “aumente sua capacidade de aprendizagem”, “adaptação a ambientes de constantes mudanças”, “superação a situação de pressão”, “globalização”, “atendimento”, entre outros, ganham uma nova conotação seguindo por um caminho totalmente diferente do convencional.

Compreendendo o assunto sistematicamente

Uma técnica utilizada por profissionais de auto-ajuda que visa levar o individuo a confiar no poder de suas próprias palavras, como fonte motivadora de transformação pessoal, adquirindo, assim, valores positivos que determinarão o sucesso em todas as ares da vida: emocional, profissional, financeira, etc. É assim que a Programação Neurolingüistica se define.

No Brasil, no campo da PNL, o dr. Lair Ribeiro é a figura mais destacada. A filosofia subjacente a essa técnica é a de que o homem é aquilo que ele pensa. Nisto está imbuída a idéia de auto-suficiência. A PNL utiliza basicamente as técnicas de Visualização, Meditação, Intuição, Hipnose ou regressão hipnótica e Confissão Positiva; todas essas “técnicas” são utilizadas em conjunto.



1. VISUALIZAÇÃO

– Visualização, na Nova Era, é o uso da concentração mental e imagens dirigidas, as chamadas “directed imagery”, na tentativa de alcançar determinados alvos físicos, mentais ou espirituais (ocultistas).

A pratica da visualização é antiga e afirma trabalhar de várias formas. Por exemplo, usando a mente para entrar em contato com a suposta divindade interior ou “eu superior”, os praticantes alegam que podem manipular a sua realidade pessoal a fim de alcançar os alvos desejados, tais como boa saúde e aquisição de riquezas. 

A visualização é freqüentemente usada combinação com os estados alterados de consciência ou como meio de se chegar aos mesmos, sendo muitas vezes acompanhada de meditação ocultista. Ela foi, desde há muito, associadas às religiões e práticas pagãs, como xamanismo e a meditação xamanista. Ela também é muito utilizada para desenvolver habilidades psíquicas e na canalização para entrar em contato com “conselheiros interiores” ou guias espirituais.

O problema básico é que a visualização da Nova Era atribui à mente humana uma condição divina ou quase divina. Isso não só representa uma grande distorção da natureza humana como pode também camuflar a manipulação da mente por espíritos, definindo o processo como um empreendimento natural divino.

O uso da visualização na pratica da saúde pode levar a influencias ocultistas e a problemas surgidos da negação da realidade por excesso de confiança na mente “divina” da pessoa e seu suposto poder de cura ou “sabedoria” da saúde. No campo da medicina (autodiagnóstico físico) e da religião (revelação psíquica), o processo pode produzir a confiança em dados falsos que resultam em danos físicos ou fraude espiritual. O cristão tem sua fé bem fundamentada em Deus e, assim, pode não visualizar o futuro, mas se apropriar dele com a segurança das promessas do Senhor (Hb 11.1).



2. MEDITAÇÃO

– A meditação, na Nova Era (oriental – ocultista), é praticada por milhares de pessoas. Em países asiáticos como China, Tibet, Índia, Tailândia etc. ela faz parte do cotidiano e envolve o controle absoluto ou ajuste da mente com vários propósitos, físicos ou espirituais (ocultistas).

Os promotores da meditação afirmam que a prática resulta em inúmeros benefícios físicos. Mas, mesmo que isso seja verdade, os riscos físicos e espirituais os superam. A meditação afirma trabalhar “imobilizando” a mente ou influenciando-a de qualquer modo. Quem medita é supostamente capaz de perceber a verdadeira realidade, sua verdadeira natureza, e a alcançar a verdadeira iluminação espiritual. O dr. Daniel Coleman, autoridade em meditação e escritor em vários livros, destaca a maioria das formas de meditação praticadas hoje é ocultista, e que por mais diversos que sejam os nomes, todos esses caminhos propõe a mesma formula básica numa alquimia (transformação ocultista da natureza) do “eu”.

A meditação da Nova Era usa caracteristicamente a mente de maneira anormal para reestruturar radicalmente as percepções do individuo, levando-o a apoiar a filosofia e os alvos ocultistas. Estados de consciência regressivos ou induzidos espiritualmente são interpretados de maneira errada como estados de consciência “mais elevados” ou “divinos”.

Por exemplo, em muitas formas da pratica da meditação, a possessão espiritual propriamente dita é interpretada como um tipo de iluminação espiritual; além disso, os poderes desenvolvidos através da meditação são falsamente interpretados como evidencia de uma natureza divina latente. Quase todos que fazem meditação infelizmente mão compreendem os resultados a longo prazo ou as conseqüências dessas práticas.

O fenômeno perigoso e crescente do despertar kundalini mais notados são períodos de desordem mental severa, incapacidade intelectual, sono profundo por vários dias e influencias demoníacas.

A filosofia subjacente, o propósito estabelecido, o método físico e o contexto espiritual da meditação determinam seu trabalho. A meditação bíblica nada tem a ver com esse conceito e é uma pratica espiritual saudável, mas, repetimos, a maior parte da meditação praticada hoje envolve métodos ocultistas que podem provocar conseqüências danosas irreversíveis. Entre elas estão as influencias por espíritos e até possessão demoníaca, assim como várias formas de danos físicos, psicológicos e espirituais que são cada vez mais relatados na literatura cristã. “... antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite” (Sl 1.2).



3. INTUIÇÃO

– Intuição segundo a Nova Era é um disfarce para os poderes psíquicos e ocultos. É freqüentemente pregada em conjunto com a cura, a telepatia, a clarividência, o diagnóstico psíquico e o espiritismo ocultista. A “intuição” é desenvolvida da mesma maneira que as habilidades psíquicas (isto é, programas de treinamento envolvendo meditação, concentração, estados alterados de consciência, etc.). Uma vez desenvolvida, a pessoa busca suas habilidades intuitivas e confia na orientação e instrução para qualquer cura ou outras tarefas que devam ser feitas.

O problema básico com a intuição da Nova Era é sua premissa parapsicológica injustificada: a normalização dos poderes psíquicos como “habilidades intuitivas” latentes a raça humana. Isso mascara sua verdadeira sua realidade como habilidades sobrenaturais originárias do mundo dos espíritos. As habilidades ocultistas e os poderes espirituais são, portanto, internalizados psicologicamente como parte do “potencial humano” latente; a intuição, por si só, como um processo humano normal, se torna uma capa para o ocultismo, enquanto a guerra espiritual continua atrás dos bastidores. O ser humano, em sua criação original, herdou de fato aspectos da natureza divina de seu Criador (Gn 1.27; 2Pe 1.4), mas, com a queda, foi destituída dessa glória. Jesus afirmou: “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” (Jo 15:5)



Desse modo, distinguir entre os poderes psíquicos ocultista e a intuição normal humana se torna difícil e até mesmo impossível. De fato, é amedrontador saber que muitos espíritas confessam não conseguirem distinguir a diferença de seu guia espiritual sobre sua mente e inspiração, ou criatividade, humana normal.



4. HIPNOSE

– Hipnose ou Regressão Hipnótica é uma condição deliberadamente induzida de sugestionalidade e transes acentuados, produzindo um estado de consciência altamente flexível e capaz de ser dramaticamente manipulado. O método é empregado por milhares de médicos e psicoterapeutas. 

Vestígios dessa pratica podem ser encontrados desde a antiguidade e ela é associada com freqüência ao ocultismo. Os processos exatos que fazem a hipnose funcionar são desconhecidos. Pesquisas cientificas foram conduzidas para suprir grande volume de informação em relação ao transe hipnótico e sua suscetibilidade; todavia, o que é a hipnose e com ela funciona são pontos ainda largamente discutidos. Afirmações difundidas e freqüentemente exageradas são feitas quanto a sua aplicação na medicina, na psicoterapia, na educação e em muitos outros campos.

Alguns promotores de processos de auto-ajuda fazem alegações sensacionalistas em relação ao uso de hipnose para tratar ou curar uma infinidade de problemas físicos e pessoais – alergias, obesidade, câncer, baixa auto-estima, tabagismo e culpa, entre outros. Eles afirmam que suas possibilidades de aplicação na área de crescimento pessoal, potencial humano e autotransformação são quase infinitas.

Como cristãos, acreditamos que a hipnose é um estado singular de alteração da consciência que pode ser utilizado em uma grande variedade de propósitos ocultistas, como desenvolvimento psíquico, contato com espíritos, viagem astral, psicografia, regressão e terapia de vidas passadas (reencarnação), entre muitos outros.

Nos parece também que a hipnose esta ligada à pratica biblicamente do “feitiço” e/ou “encantamento”. Assim, ela é realmente proibida, pois o cristão deve encher-se com o Espírito Santo, o que significa que ele não deve permitir que a mente seja controlada, manipulada e abusada por parte do hipnotizador, em especial o incrédulo. O propósito dos psicoterapeutas da Nova Era, que empregam o que é chamado de terapia das “vidas passadas”, é enviar a pessoa de “volta” à sua suposta vida ou vida anteriores, a fim de resolver conflitos e traumas emocionais ou espirituais que estejam supostamente afetando a sua saúde física, emocional ou espiritual no momento, permitindo a influencia de demônios, “Porque, quem conheceu a mente do SENHOR, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.” (1Co 2:16)





5. CONFISSÃO POSITIVA

– Esta expressão chamada de confissão positiva tem como significado literal “trazer a existência o que declaramos com nossa boca”. A confissão positiva coloca todo o peso da realização nas palavras pronunciadas e na atitude mental rigorosamente mantida.

Mais profundamente, a confissão positiva busca exteriorizar aquilo que foi projetado e reforçado na mente da pessoa através de todo trabalho de visualização, meditação, intuição e hipnose, ou seja, suas palavras irão confirmar todo processo de programação para o sucesso (PNL). Através da confissão positiva, a pessoa tornar-se-á a criadora de seu próprio mundo, com prosperidade nos negócios e saúde para família. 

Neste caso, a confissão positiva confirma os ensinamentos da Nova Era que declara que o homem é um deus, possuindo, portanto, a capacidade de criar a sua própria felicidade. Esse conceito foi amplamente refutado ou adotado por lideranças evangélicas em todo mundo. Hoje, esse movimento está confinado a pequenos redutos denominacionais, pois no Brasil, em particular, não é tão simples assim exercitar a “teologia do sucesso ilimitado”, e mesmo nos países desenvolvidos essa teoria tem-se desgastado.

Biblicamente, entendemos que Deus é totalmente distinto do homem (vice-versa), e que sua glória não é repartida. O ser humano é o mais sublime das criações de Deus, dotado de valores herdados de seu Criador, mas nunca absoluto em si mesmo “... que é o homem, para que te lembres dele? E o filho do homem para que o visites? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glórias e de honra o coroaste” (Sl 8.4-5). O apóstolo Paulo escreveu aos romanos sobre a independência e soberania de Deus da seguinte maneira: “15 ... Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. 16 Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece.” (Rm 9:15-16 ), logo, não é o homem que determina nada para si baseado nos desejos de seu coração, mas o Senhor, que realizará todas as coisas de acordo com a sua vontade.




Confronto com as Sagradas Escrituras

Como vimos a PNL busca substituir padrões considerados de “insucesso” por novos padrões de “sucesso” alicerçados no homem. Em suas etapas de programação, falamos da deletação, quando as pessoas programam suas mentes para apagar conhecimentos adquiridos, eliminar experiências vividas e exterminar comportamentos sedimentados ao longo da vida. Uma verdadeira lavagem cerebral. Ou seja, um esvaziamento da alma do aluno.

O que a Bíblia fala sobre o perigo de uma casa vazia? (Lc 11.24-26)

“24 Quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares secos, buscando repouso; e, não o achando, diz: Tornarei para minha casa, de onde saí. 25 E, chegando, acha-a varrida e adornada. 26 Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem é pior do que o primeiro.” (Lc 11:24-26 )

Podemos afirmar que é possível uma pessoa, após passar por um programa como o PNL, sofrer forte possessão demoníaca e diversos tipos de perturbações metais e até físicas.

A questão da PNL da “deletação” e na “inclusão” de novos valores na mente da pessoa é feita dentro de um processo de assimilação dos seus princípios de resistência. Através da utilização do relaxamento e da visualização, tal pessoa é conduzida ao estado chamado Alfa. Neste estado, por meio de técnicas de relaxamento ou meditação, a pessoa perde o senso critico, retendo automaticamente todas as informações recebidas como verdadeiras, quer sejam boas ou más. A Bíblia fala que é o Espírito Santo quem deve convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). Ou seja, o trabalhar de Deus é por convencimento, o Espírito Santo, através da palavra de Deus, irá persuadir, apresentar razões, mostrar fatos que possibilitem a pessoa confrontá-los com sua vida e, então, se arrepender. Conversão é literalmente mudar de comportamento.

Deus respeita a opinião do homem e leva-o a mudar de comportamento apresentando-lhe a verdade do evangelho. O homem, quando se decide por Cristo, o faz racionalmente no exercício da fé, e essa declaração é feita em pleno estado de consciência, na PNL qualquer decisão tomada pelo homem é conseqüência de uma lavagem cerebral, por meio da qual ele perde sua capacidade de pensar, de argumentar e de questionar. Lendo Isaias 1.18: “Vinde então, e argüi-me (questionar, interrogar), diz o SENHOR...” (explicação nossa), entendemos que o cristianismo é uma religião de consciência, razão e fé. Ninguém precisa entrar em transe para crer em Cristo.

A Bíblia nos fala ainda que devemos resistir ao diabo (Tg 4.7). Como então aceitaremos um posicionamento de mente no qual a nossa resistência é totalmente eliminada? “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;” (1Pe 5:8 ). Com tantas evidências de ocultismo e praticas de magia e feitiçaria presentes na PNL, como poderemos ficar desarmados, despreocupados e sem a lucidez necessária para discernir o que esta ocorrendo em nosso derredor? (Veja Hb 5.14).

Não podemos baixar nossa guarda e ficar a mercê do diabo. Antes, devemos nos revestir de toda armadura de Deus (Ef 6.10), através da palavra de Deus, porque o diabo, de maneira astuta, cria verdadeiras arapucas para o homem incauto. “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjos de luz”. (dois Co 11.14).

O engano do homem que se vê como seu próprio centro (Jr 17.9)

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?”.

Em sua inclusão de novos padrões, a PNL destaca a tese de que o homem deve seguir seu coração. Nos cursos, a pessoa em meditação consigo mesma busca dentro de si respostas para sua vida e planeja, ou melhor, programa seu futuro através das respostas encontradas em seu coração. Como podemos seguir o nosso coração se ele é mais enganoso do que todas as coisas? Segui-lo nos trará como conseqüência a destruição. Ainda em Mateus 15.19 podemos ler: “Porque do coração procedem os maus pensamentos”.

Mas, como cristãos, devemos nos preparar “... para que não sejamos vencidos por Satanás; 11 Porque não ignoramos os seus ardis.” (2Co 2:10-11 )

A questão do sucesso da PNL é semelhante a Teologia da prosperidade que circulou pelos meandros evangélicos há alguns anos. A questão da programação está baseada na regressão, ou cura interior, e a confissão positiva, no determinismo. Dessa forma, a fé tem sido usada na direção do “ter”, e não mais do “ser” ou “viver”, como foi com os heróis da fé. A Bíblia relata que “... o justo viverá pela fé” (Hb 10.38). Enquanto os propagadores da prosperidade estimulam a fé alicerçada na própria fé, o Senhor Jesus recomenda fé em Deus: “E Jesus, respondendo disse-lhes: Tendes fé em Deus...” (Mc 11.22). Para aqueles que tem um ensinamento contrário a esse, a Bíblia tem um adjetivo para eles: “Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas” (Jo 10.13 – grifo do autor).

O depoimento que você lerá agora é verídico. O irmão que viveu esta terrível experiência preferiu omitir o seu nome para evitar qualquer complicação.

“Fiz um treinamento de Neurolingüistica em 2000 pago pela empresa em que trabalho e estimulado por um gerente de vendas. Posso dizer que minha vida foi separada entre o “antes” e o “depois” desse curso, pois não tive discernimento para entender a sensação de “liberdade” e de poder ‘fazer tudo’ que o treinamento ensinava.

O treinamento teve inicio na sexta-feira à noite e se estendeu até domingo, também à noite. Realizado no auditório de um hotel, o evento contou com a participação aproximadamente de 500 pessoas, entre as 150 que iriam fazer o treinamento pela primeira vez, as demais já haviam feito e os convidados: parentes, amigos e/ou conhecidos. Ao chegar lá, senti um clima de festa, de alegria, de felicidade. Todos se abraçavam muito e, ao se cumprimentarem, batiam a mão direita por cima da cabeça ( um gesto da Nova Era ). Achei aquilo muito bom, bem melhor do que na igreja que freqüentava.

Ao entrarmos no auditório ( impreterivelmente às 20h59 ), depois no jantar no hotel, as pessoas que haviam nos levado ao curso já estavam presentes, nos esperando para nos receber. Elas cantavam, pulavam alegres e gritavam: “... um, dois, três e quatro... nós amamos vocês quatro”. Começamos o treinamento com muita expectativa. O ambiente era bastante descontraído.

Em seguida, o consultor começou a passar algumas regras que deveriam ser obedecidas até o final do curso. Uma delas era sentar sempre ao de desconhecidos. Com isso, já estavam nos ensinando a ser mais atirados com as pessoas. Outra regra era não discordar de nada que os palestrantes iriam falar. É claro que, num primeiro momento, você discorda, mas, com o passar do tempo, à medida que eles iam transmitindo simpatia, carisma e alegria, comecei a achar que minha vida estava toda errada.

Após esse primeiro contato, depois de haver passado as regras, começamos com uma terapia chamada: feed back negativo, quando fazíamos uma roda e as pessoas gritavam xingando umas as outras de “mentirosas”, “covardes”, “prepotentes”, “falsas”, “desonestas”, entre outras coisas que não convém citar aqui. Colocavam uma música muito fúnebre e alta. As pessoas não resistiam e muitas delas choravam e gritavam. Pensei estar na grande tribulação, pois fiquei muito assustado com aquilo.

Depois disso, fomos aprender a abraçar. Uma pessoa ficava na frente da outra e a abraçava bem forte. Fizemos isso durante um bom tempo. Aproximadamente 1h30, nos ensinaram uma filosofia intitulada FILOSOFIA DO SUCESSO NAPOLEON HILL que tivemos de decorar para recitá-la na manhã seguinte, às 8 horas, depois do café.

Fiquei a noite inteira tentando decorar a filosofia. Por esse motivo, assim como cerca de 90% dos participantes, dormi muito pouco (30min) no primeiro dia. Apenas cinco ou seis pessoas conseguiram recitá-la. Para os que não decoraram o texto, o castigo foi formar uma fila fora do auditório até memorizarem. Enquanto tentávamos, desesperados, decorar a poesia, o monitor ficava vendendo caixões de defunto de vários tamanhos e preços. A lição, segundo ele, era para que não sofrêssemos, antecipadamente, com as coisas da vida.

Ao entrarmos no auditório novamente, nos perguntávamos se queríamos fazer parte de uma nova família chamada “Família Silva”. Algumas pessoas responderam que não, mas a palavra ‘não’ não era aceita pelos instrutores e membros. Em razão disso, eles ficavam insistindo com a pergunta até a pessoa dizer que SIM. Depois disso, iam para outro participante.

No sábado a tarde, cada um de nós foi induzido a sentar perto de uma pessoa desconhecida e a contar para ela algum trauma de infância. Tudo era feito ao som alto de uma música fúnebre. As pessoas choraram muito enquanto contavam suas tristezas e sofrimentos vividos na infância devido aos maus tratos dos pais. Após esses períodos, seria realizado, às 19 horas, um bailão, e todos deveriam comparecer a caráter. Dançamos todos os tipos de musica com todos, não importava se éramos casados, noivos, ou namorados, ninguém era de ninguém. Mas os monitores não deixavam ninguém ir além da dança, para não denegrir a imagem do curso.

Depois do baile houve uma coisa terrível. Todos os homens tiveram de se vestir de mulher, se maquiar, colocar peruca, meia-calça, e depois desfilar para todas as mulheres presentes. O objetivo dessa ‘terapia’ era eliminar todo e qualquer preconceito. Depois da apresentação dos homens, foi a vez das mulheres. Elas se fantasiaram com objetos eróticos sem qualquer pudor. A nossa mente, naquele momento do curso, já estava aberta. Chegamos ao estado Alfa. Tudo o que nos diziam era facilmente inculcado.

No domingo à tarde fizemos uma regressão até o útero materno. Pensando realmente ter chegado lá, éramos obrigados a perdoar nossos pais por algum trauma de infância que eles nos causaram. Aqueles que não quiseram perdoar passavam novamente pelo mesmo processo. Éramos obrigados a similar um vômito para representar que estávamos colocando de tudo de ruim pra fora. No final fomos tratados como crianças, para que nos sentíssemos abertos para tudo que pudéssemos aprender. Assim como eu, muitos perderam totalmente o senso crítico. Passei a mexer com as mulheres. Para mim não a menor diferença em ser casado ou não, em ser crente ou não. Estava em um processo de euforia muito grande, pois, segundo eles, eu era uma criança de quatro anos.

A partir dessa fase passamos a ser ensinados em todas as coisas novamente. Assim como uma criança, fomos aprendendo todas as coisas até a fase adulta, quando então a ênfase positiva se voltou para nossa carreira profissional. Ouvíamos mensagens do tipo: ‘agora tudo poderá ser alcançado por seus próprios esforços!’; ‘você não precisa mais de ninguém!’; ‘você é auto-suficiente!’; ‘o céu é o seu limite!’; ‘somente os melhores poderão ser aproveitados!’; ‘estamos em uma Nova Era!’. Estávamos recebendo um tipo de doutrina na qual o centro da vida é próprio homem, e Deus um figurante coadjuvante, perfeitamente dispensável.

Saí do curso totalmente transformado, orientando-me apenas por esses conceitos. Meus conhecimentos bíblicos, aprendidos na Escola Dominical e nos cultos, desde a infância, já nem mesmo eram lembrados. Pedi então demissão da empresa que trabalhava, pois achava que poderia encontrar algo melhor. Separei-me da minha esposa, ficava, sem nenhum remorso, sem ver minha filha de dois anos por até quinze dias e achava que estava ótimo. Mudei meu estilo de roupa, meu penteado, vocabulário e achava que estava mais bonito, que realmente tinha melhorado.

Mas toda essa mascara, essa camuflagem diabólica começaram a cair, arruinando minha vida emocional, profissional e familiar. Sentia forte depressão (leia-se opressão) e os conflitos espirituais quase me deixaram louco. Meus amigos da igreja perceberam que eu estava desequilibrado e desorientado. Comecei a perder clientes importantes e já não conseguia saldar minhas dívidas, sofrendo vários protestos e inclusão nos órgãos de proteção ao consumidor (SPC e Serasa). Foi uma desgraça total!

Até que, não suportando mais esse quadro, o Espírito Santo de Deus, por sua infinita misericórdia, fez-me lembrar do Senhor Jesus. Então orei para que o Senhor me ajudasse a renunciar à obra do diabo na minha vida e a todos os ensinamentos aprendidos no curso de Programação Neurolingüistica (PNL). O Senhor Jesus me entender claramente como todos aqueles conceitos antibíblicos e contrários ao plano de Deus para o homem. 

Recorrendo novamente ao poder do sangue de Jesus para perdão dos pecados, e auxiliado por irmãos valorosos de grupos de oração, fui totalmente restaurado. Todas as áreas da minha vida antes afetadas por essas heresias foram estabelecidas pelo Senhor Jesus. Estou novamente com minha esposa e minha filha. O Senhor me devolveu meu anterior e meus antigos clientes. E agora estou conseguindo honrar com todos os meus compromissos financeiros. E devo isso a Deus.”



Glossário de alguns termos da PNL



Acompanhar

– Adotar partes de comportamento de outra pessoa para aumentar o rapport. Obter e manter rapport com outra pessoa, entrando no seu modelo de mundo. É possível acompanhar crenças, idéias e comportamentos.


Acuidade sensorial

– Produto de um processo de refinamento e diferenciação das informações sensoriais que obtemos do mundo.


Ancoragem

– O processo pelo qual qualquer estimulo ou representação (externa ou interna) fica conectado a uma reação e a dispara. As ancoras podem ocorrer naturalmente ou ser criadas intencionalmente.


Associar

– Dentro de uma experiência, enxergar através dos próprios olhos, de plena posse de todo os seus sentidos.


Calibração

– Perceber atentamente o estado de outra pessoa, lendo os sinais não-verbais.


Campo unificado

– Estrutura unificadora da PNL. Uma matriz tridimensional de níveis neurológicos, posições perceptivas e tempo.


Sinestésico

– Relativo aos sentidos, ao aparato sensorial, que inclui sensações táteis, sensações internas (como, por exemplo, as sensações lembradas e as emoções) e o senso de equilíbrio.


Dissociado

– Que não está dentro de uma experiência, que observa ou ouve de fora.


Down-Time

– Ter todos os canais sensoriais voltados ao nosso interior.


Espelhar

– Copiar de maneira precisa segmentos do comportamento de outra pessoa.


Evocar

– Entrar em contato com um estado mental através do comportamento. Também significa coleta de informação, seja pela observação direta de sinais não-verbais ou de perguntas do meta-modelo.


Exteriorização

– Estado na qual a atenção e os sentidos estão voltados para fora.


Identidade

– A auto-imagem ou autoconceito. Quem a pessoa acha que é. A totalidade do ser.


Incongruência

– Estado de conflito em que não se está totalmente empenhado no objetivo. O conflito interno será expresso no comportamento da pessoa.


Interiorização

– Estado leve de transe em que a atenção se volta para dentro, para os próprios pensamentos e sensações.


Lados

– Aspectos da personalidade que às vezes possuem intenções conflitantes.


Linha temporal

– A forma como armazenamos imagens, sons e sentimentos do nosso passado, presente e futuro.


Meta

– Radical que define o que existe em um nível lógico diferente. Derivado do grego, significa “para além”.


Metáfora

– Comunicação indireta que utiliza uma história ou uma figura de linguagem e implica uma comparação. Na PNL, a metáfora engloba parábolas, alegorias e similaridades.


Nominalização

– Termo lingüístico que indica o processo de transformar um verbo em substantivo abstrato.


Omissão

– No discurso ou no pensamento, exclusão de uma parte da experiência.


Orientar

– Modificar o próprio comportamento e estabelecer rapport, para que outra pessoa o siga.


Pistas de acesso

– Maneiras como sintonizamos e afinamos nosso corpo através da respiração, postura, gestos e movimentos oculares, para pensar de determinado modo.


Postulado de conversação

– Forma hipnótica de linguagem, uma pergunta que é interpretada como uma ordem.


Quantificadores universais

– Termo lingüístico que se aplica a palavras como: “todos” e “sempre”, que não admitem exceções. Uma das categorias do meta-modelo.


Rapport

– Relação de mútua confiança e compreensão entre duas ou mais pessoas. A capacidade de provocar reações de outra pessoa. Também chamado de empatia.


Sort

– Um termo de computação que significa reorganizar a informação e/ou filtrá-la durante o processo de reorganização.


Terceira posição

– Aquele em que se percebe o mundo do ponto de vista de um observador distante e indulgente. Uma das três posições perceptivas.


Transe

– Estado alterado de consciência em que a atenção se volta para dentro e se concentra em poucos estímulos.


Visualização– O processo de ver imagens mentais.







sexta-feira, 29 de junho de 2012

Desmascarada a história do suposto J.R.



J.R.

O nome do tradutor do hino Nº. 1 da Harpa Cristã, segundo consta das diversas edições, leva a sigla J.R. Da mesma forma, os hinos números 5, 8, 84 e 96 também fazem constar as iniciais J.R. como autor do texto em português (tradução/versão).


A tradução ou versão do hino Nº. 1 da Harpa Cristã, em que pese as afirmações do Pastor Jotinha (J.R ou José Rodrigues), atualmente com 98 anos de idade, o qual tem viajado muito pelo Brasil afora, seja nas visitas às igrejas, dando entrevistas, divulgando vídeos na Internet, etc, não está confirmada até o momento.

No dia 2 de dezembro de 2007, o site da Igreja Assembléia de Deus em Santa Monica, estado do Espírito Santo, divulgou um artigo que continha a informação de que “o único da 1ª geração da AD que permanece vivo”. Foi baseado nas informações ali contidas que apresentamos no mês de dezembro de 2007, a primeira postagem deste Blog (Harpa Cristã-Fragmentos Históricos), sobre o único tradutor de hinos que ainda está vivo (segundo a AD de Santa Monica).



Neste endereço: http://web.archive.org/, podem ser encontradas páginas de sites que foram desativadas. O site antigo da Igreja Assembléia de Deus de Santa Monica era: http://www.adsantamonica.com.br. Portanto, no seguinte endereço, ainda podemos resgatar o que constava referente ao pastor Jotinha em dezembro de 2007. Confirme: http://web.archive.org/web/*/http://www.adsantamonica.com.br/secao.asp?secao=noticias&id=404



Desta forma, surgiu o texto abaixo:


Autor da versão do hino 001 da Harpa Cristã "Chuvas de Graça" (dentre outros), o pastor José Rodrigues, de 97 anos, um dos pioneiros da Assembléia de Deus, amigo de Daniel Berg e Gunnar Vingren – fundadores da Assembléia de Deus – José Rodrigues, mais conhecido como J.R. ou “Jotinha”, é o único da 1ª geração da AD que permanece vivo.

Nasceu em Cafarnaum da Galiléia, Israel, em 24 de junho de 1910, no mesmo ano que se iniciava a Igreja Evangélica Assembléia de Deus. Em 1911 seus pais vieram refugiados para o Brasil. Seu nome de origem é Josefus Rerullu.

Autor de diversos corinhos cantados na AD, como o “Eu quero ser senhor amado como um vaso na mão do oleiro...”, que compôs em 1950, muitos hinos da harpa cristã também levam as iniciais J.R. 01, 05, 08, 84, 96, além de outros.

Dentre os hinos de sua autoria, J.R. afirma que o mais cantado é o número 1 da Harpa Cristã Chuvas de Graça. “Todos foram escritos em momentos marcantes da minha vida, mas o Nº 1 é o mais lembrado. Esse hino até os ímpios cantam”. J.R. explicou ainda o segredo que faz os hinos da harpa, apesar de muito antigos, sobreviverem às inovações. “Os hinos avulsos vêm e passam, mas os clássicos da harpa cristã permanecerão até a eternidade. Foi Deus quem inspirou os autores que compuseram em constante oração”.

O Pastor José Rodrigues é uma prova viva da obra que Deus tem realizado ao longo da história e um rico patrimônio da Assembléia de Deus que vai ficar marcado na memória de todos. Um comentário do pastor chama a atenção: não se casou e nunca teve sequer namorada. Uma vida de inteira dedicação à obra de Deus!

NOTA DE ESCLARECIMENTO

No Blog http://dicionariomovimentopentecostal.blogspot.com, foi publicada uma NOTA DE ESCLARECIMENTO, onde são apresentadas algumas inconsistências com relação à autencidade das declarações do pastor "Jotinha", que tem 98 anos de idade, no que tange à autoria das letras (em português) dos hinos 1, 5, 8, 84 e 96. Aqui está, resumidamente, a referida Nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE AUTORIA DOS HINOS DA HARPA CRISTÃ, DE JOSÉ RODRIGUES, INICIAIS J.R., A PROPÓSITO DAS AFIRMAÇÕES DO “PASTOR JOTINHA”

O nome “José Rodrigues” aparece mencionado em duas edições do extinto jornal Boa Semente (publicado pela Assembléia de Deus de Belém do Pará, de 1919 a 1930).

Na edição de 16 de abril de 1919, o pastor Gunnar Vingren, diretor do Boa Semente, no Expediente, página 1, faz um pedido de oração aos leitores para um irmão chamado “José Rodrigues” nas seguintes palavras:

"Orem pelo nosso amado irmão José Rodrigues, nosso auxiliar para que o Senhor lhe dê graça, força e saúde, para que ele continue a dar-nos tão importante auxílio como o que nos vem prestando."

Nesta mesma edição de 1919, foi publicado um hino sob o título “Victoria do Crente”. Abaixo do título aparece, entre parênteses, “Música: Psalmos e Hymnos, n° 401”. Após a última estrofe, aparecem as informações “Pará-1919” e “José Rodrigues”. A letra não é a mesma criada por Justus Nelson e que fora publicada há alguns anos no hinário Salmos e Hinos, mas por meio da informação citada abaixo do título, obviamente, a música é a mesma do N° 401 do Salmos e Hinos, que, por sua vez, tinha a música do “Beulah Land” escrito pelo pastor norte-americano Edgar Page Stites em 1876. A menção “José Rodrigues” no final do texto dá-nos a entender que é o nome de quem criou a nova letra em português e intitulou o hino de “Victoria do Crente”.

Esta letra é a mesma que aparece na 2ª edição da Harpa Cristã, publicada em 1923 e a mesma impressa nas atuais edições sob o título “O Grande ‘Eu Sou”, N° 84, que o “Pastor Jotinha” afirma ser o autor.

Três meses após a essas duas menções do nome “José Rodrigues” no Boa Semente de abril, no Expediente da edição do mesmo jornal em 27 de julho de 1919, pastor Gunnar Vingren dá a notícia de que o irmão “José Rodrigues” para o qual ele havia pedido orações anteriormente, morrera no dia 2 de junho daquele ano. Eis a nota do jornal:

"Em nosso penúltimo número deste jornal pedimos as orações de todos os crentes em Jesus Cristo pelo nosso auxiliar, o irmão José Rodrigues, que o Senhor lhe desse graça, força e saúde para continuação de tão importante auxílio que nos vinha prestando. Mas aprovou a Deus tomar para si o nosso irmão, que dormiu alegre no Senhor no dia 2 de junho. Agora nós viemos pedindo aos nossos irmãos orar ao Senhor nos dê outro auxiliar para suprir a falta do nosso amado irmão em tão importante serviço que nos prestava".

Prossegue o autor do Blog:

"Parece-me, pelas duas notas transcritas, que o “irmão José Rodrigues” havia sido um importante auxiliar de Gunnar Vingren e dos outros recém-chegados missionários, para a redação do jornal Boa Semente. Pois estes, nessa ocasião, ainda dependiam muito de brasileiros para lhes ajudar a redigir corretamente textos e hinos no idioma português. Por esta razão, também parece a mim e a Eliézer Cohen que este “José Rodrigues”, que morreu, bem pode ter sido o mesmo “José Rodrigues” que aparece como autor da letra do hino “Victoria do Crente” impresso na edição de 16 de abril de 1919 do Boa Semente, e, por sua vez, também autor das versões dos hinos 1, 5, 8, 84 e 96. Por outro lado, se este autor “José Rodrigues” é o mesmo José Rodrigues (Pastor Jotinha), nascido em 1910, que vive atualmente no Espírito Santo, ele, então, com apenas nove anos de idade, compôs uma bela letra e fez todo o trabalho de adaptação à métrica da música “Beulah Land”, para que os crentes assembleianos viessem a cantar uma versão em português deste hino americano. Além disso, ele conta em seu testemunho gravado em vídeo na Internet que, por volta de 1915, com 5 anos de idade, retornou com os seus país para Israel, mas não informa quando voltaram para o Brasil."

Transcrição da NOTA DE ESCLARECIMENTO postada posteriormente:

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE AUTORIA DOS HINOS DA HARPA CRISTÃ, DE JOSÉ RODRIGUES, INICIAIS J.R., A PROPÓSITO DAS AFIRMAÇÕES DO “PASTOR JOTINHA”

Aviso aos visitantes deste blog (http://dicionariomovimentopentecostal.blogspot.com).

Durante 33 dias publiquei as informações que possuo até o momento sobre a autoria dos hinos 1 (Chuva de Graça), 5 (Ó Desce, Fogo Santo), 8 (Cristo, o Fiel Amigo), 84 (O Grande "Eu Sou") e 96 (Deixa Penetrar a Luz) da Harpa Cristã constando o nome "José Rodrigues" como autor das respectivas versões.

A referida nota de esclarecimento foi postada aqui tendo em vista o crescente número de telefonemas, e-mails e contatos pessoais, nos últimos meses, solicitando-me confirmação da veracidade histórica das afirmações do pastor José Rodrigues, conhecido como Pastor Jotinha, nascido em 1910, vivendo atualmente no Estado do Espírito Santo, que são de sua autoria os hinos acima mencionados. Elaborei a referida nota como pesquisador da história das Assembléias de Deus há 28 anos e como autor do Dicionário do Movimento Pentecostal.

Reitero mais uma vez, seguindo o meu rigor técnico-científico, imparcial e impessoal, com o qual tenho pautado até hoje todo o meu trabalho de pesquisas e de redação de textos, que as informações publicadas foram as que possuo sobre o assunto até o momento.

CONCLUSÃO
Na pesquisa dos hinos encontramos frequentemente diversas informações que muitas vezes estão incompletas, distorcidas, conflitantes e, muitas vezes, não verdadeiras. Meu pai costuma dizer que: “A vida é como comer peixe. Temos que retirar o que é bom e deixar de lado as espinhas.”

Ao estudar os hinos da Harpa Cristã, inevitavelmente temos que enfrentar obstáculos, tais como: ausência de qualquer ponto de partida, base de dados, fonte de consulta, método, equipe, hinários, livros, bibliografia, etc. A primeira atitude deve ser pedir orientação a Deus para nos conduzir de maneira correta, honesta, sincera, verdadeira, idônea, leal, de tal forma que o trabalho a ser produzido possa refletir, tanto quanto possível, a realidade vivida nos momentos em que os hinos foram escritos tanto pelos autores quanto pelos compositores e tradutores.

Todos os esforços têm sido envidados no sentido de trazer informações dignas de crédito e, portanto, confiáveis. Neste caso, especificamente, somos obrigados a admitir que existem falhas na comprovação de quem foi o verdadeiro tradutor, em vários aspectos.

Em primeiro lugar, o arquivo de documentos oficiais referentes aos históricos dos hinos (se é que existe), ou não está disponível de maneira suficientemente ampla para acesso ou simplesmente não existe. Por exemplo, a 2ª edição da Harpa Cristã, impressa nas Oficinas Irmãos Pangeti, no Rio de Janeiro, em 1923, contava com 300 Hinos. O hino Chuvas de Graça já fazia parte desta edição, sob o Nº. 11 e permaneceu com este número até 1941. Esta informação é muito importante, pois revela que o pastor Jotinha contava apenas com 12 anos de idade, em 1923! Caso esta informação estivesse disponível, com certeza, já no ano de 2007 haveria condições de se confrontar as declarações apresentadas por ele.

Em segundo lugar, temos que admitir que em muitas situações a precariedade de informações contidas na Harpa Cristã, no que tange à disponibilização de dados, inviabiliza trilhar um caminho que nos conduza aos verdadeiros autores, de maneira direta. Exemplo disto são as intermináveis e muitas vezes indecifráveis listas de siglas: J.R., H.M.W., P.L.M., F.V., H.E.N., K., F. da S., etc.

Em terceiro lugar, a inexistência de informações permite as mais diversas histórias que, não raro, baseiam-se em relatos proveniente de imaginações, suposições e outras tantas situações semelhantes. Ao longo de tantos anos, pouco ou nenhum documento foi produzido de maneira ampla, séria, confiável, verdadeira, baseado em fonte de consulta idônea, de forma a permitir o conhecimento real dos nossos hinos para que pudéssemos cantar e louvar a Deus com sabedoria. Portanto, no trabalho de pesquisa temos que garimpar os dados realmente confiáveis e, sempre que possível, apresentar provas.

Em quarto lugar, entendemos que o caso “pastor Jotinha” requer um posicionamento do alto escalão da igreja. Neste último item, cabe lembrar que o silêncio simplesmente admite, consente e concorda com as declarações do pastor Jotinha. Portanto, admite-se como verdade. Afinal, trata-se de um pastor com quase 100 anos de idade, lúcido, saudável, contemporâneo de Daniel Berg e Gunnar Vingren.

Entretanto, se por um lado, somos levados a concluir que o “pastor Jotinha” não está dizendo a verdade com relação à tradução do hino Nº 1 - CHUVAS DE GRAÇA, por outro lado, ironicamente somos obrigados a afirmar que o auxiliar de Gunnar Vingren, mencionado no jornal Boa Semente, “José Rodrigues”, da mesma forma, não reúne elementos suficientes para comprovar que se trata do tradutor J.R. Pelo menos se aplicarmos o rigor técnico, pois em nenhum momento existe qualquer afirmação neste sentido. A menos que façamos uso de imaginação, suposição ou conclusão individual (particular).

Portanto, estamos diante de três possibilidades para o tradutor J.R. não só do hino 1 como também dos hinos 5, 8, 84 e 96:


1) Pastor Jotinha;

2) Irmão “José Rodrigues”, mencionado por Gunnar Vingren como: “nosso amado irmão José Rodrigues, nosso auxiliar para que o Senhor lhe dê graça, força e saúde, para que ele continue a dar-nos tão importante auxílio como o que nos vem prestando."; e

3) Nenhum dos dois.


Lembramos que a dúvida reside apenas no tradutor. Quanto ao autor (letra) e compositor (música) originais não há qualquer dúvida.

Finalizando, é importante esclarecer que não existe qualquer polêmica, debate, afronta, intriga ou algo do gênero, no que se refere a este assunto. É salutar, saudável, louvável e verdadeiramente justo que se submeta à apreciação de tantos quantos estiverem envolvidos e interessados nestas questões, apresentar opiniões, idéias, informações, sugestões, documentos, provas e tudo o que for possível para esclarecimento da verdade. Não existe uma posição definitiva e radical. Como está escrito em Provérbios 11:14: “Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança.

A farsa sobre Jotinha






A farsa sobre Jotinha. Porque ele não foi homenageado nas comemorações do Centenário da AD?






Por meio da verdadeira história dos hinos, cujo texto está publicado abaixo neste blog, e do resultado de uma investigação feita por várias pessoas, entre elas pastores, confirma-se que Jotinha e suas histórias podem se constituir numa farsa.

Na investigação verificou-se que os números do RG e CPF que constam na ficha cadastral do senhor José Rodrigues (Jotinha) na CGADB, sob o Nº 43.610, são os mesmos de José Rodrigues Ferreira cujos dados pessoais são os seguintes: nascido em 22 de junho de 1935, na cidade de São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro, filho de Pedro Vicente Ferreira e Idalina Rodrigues Ferreira, divorciado em 1987 de Esmeralda da Silva Ferreira, cujo casamento aconteceu em 30/12/1961.

Conclui-se, então, que:

- José Rodrigues (Jotinha) é, na verdade, o senhor José Rodrigues Ferreira.

- José Rodrigues (Jotinha) não nasceu em Israel e nem é filho de judeus. Ele nasceu no Estado do Rio de Janeiro e seus pais são brasileiros.

- José Rodrigues (Jotinha) nasceu em 1935 e tem, portanto, 76 anos.


- José Rodrigues (Jotinha) não pode ter convivido com Gunnar Vingren, porque este morreu em 1933 na Suécia antes de Jotinha ter nascido. Com Daniel Berg, muitos irmãos antigos conviveram com ele porque este viveu no Brasil até 1962.

- José Rodrigues (Jotinha) não teve o tal encontro com a irmã Frida Vingren sobre o hino 126, embaixo de um pé de pitomba, porque Frida e Gunnar Vingren retornaram para a Suécia em 1932 (antes de Jotinha nascer) e nunca mais voltaram (Gunnar morreu em 1933 e Frida em 1940).

- José Rodrigues (Jotinha), diferentemente do que ele afirma, já foi casado e divorciou-se.


Obviamente, José Rodrigues (Jotinha) não poderia sequer ter menção nas comemorações do Centenário das Assembleias de Deus por apresentar uma história que já há algum tempo, pelos motivos expostos acima, tem-se evidenciado não ser verdadeira.


fonte:


http://dicionariomovimentopentecostal.blogspot.com